Equipes da ESEG disputam a Maratona SBC de Programação na sede da B3

Equipes da ESEG disputam a Maratona SBC de Programação na sede da B3

por Renata

09/09/2026

1 min de leitura
Equipes da ESEG disputam a Maratona SBC de Programação na sede da B3

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Estudantes de Engenharia de Computação da Faculdade ESEG participaram, em 29 de agosto de 2026, da Maratona SBC de Programação, realizada na sede da B3, em São Paulo. A competição reuniu estudantes de diferentes instituições em um dia dedicado à resolução de problemas computacionais, raciocínio lógico, estratégia e trabalho em equipe.

Os estudantes foram acompanhados pelo professor Bruno de A. Iizuka Moritani, docente do curso de Engenharia de Computação. A ESEG foi representada por três equipes na regional de São Paulo. A equipe 7x1WasJustADream, formada por Lucas Piccoli Alves, Maxim Teinze e Victor Pacheco Lima, resolveu três problemas e conquistou a 28ª colocação entre as 50 equipes da regional, além da 454ª posição no ranking nacional.

Já a equipe Tirou o O(n) do C#, composta por Gustavo Yukio Nakano, Ramon Veloso Vieira e Vinicius Nemet Polli, resolveu dois problemas e terminou a competição na 31ª colocação regional e na 510ª posição nacional. A terceira equipe, Ponteiro pra q, formada por Felipe Monti Mariano, Henrique Zanchin e Rafaela Lima Castro, resolveu um problema e ficou em 44º lugar na regional e em 830º no ranking nacional.

Considerando o melhor desempenho de cada instituição particular, a ESEG alcançou a 8ª colocação entre as instituições privadas da regional de São Paulo.

Programação, estratégia e trabalho em equipe

Durante a competição, as equipes precisaram resolver uma série de problemas computacionais dentro de um período determinado. A dinâmica exigiu dos estudantes não apenas conhecimentos de programação, mas também raciocínio lógico, concentração, estratégia, gestão do tempo e colaboração.

Para Henrique Rodrigues Zanchin, estudante do 5º semestre de Engenharia de Computação, a experiência colocou à prova conhecimentos desenvolvidos ao longo da formação.

“Eu gostei muito de participar da competição. Estar num evento em que as equipes competem por algo de valor, como uma classificação, é algo animador. A competição põe à prova tudo que você aprendeu no processo até o dia final”, destacou Henrique.

Segundo o estudante, além do domínio de algoritmos e linguagens de programação, a competição exige a capacidade de dividir problemas complexos em partes menores e, assim, resolvê-los um por um até construir a resposta.

Para Victor Pacheco Lima, do 4º semestre de Engenharia de Computação, a participação também representou uma oportunidade de aplicar na prática conhecimentos desenvolvidos durante o curso e no Speedy Coders, iniciativa do ESEG Tech & Business. Esta foi a primeira participação do estudante em uma maratona de programação.

“Participar da Maratona de Programação foi uma excelente experiência de contato com a maior competição de programação da América Latina, podendo colocar em prática as habilidades de programação que aprendi durante o curso de Engenharia de Computação e o Speedy Coders”, relata o estudante.

Victor também destaca a oportunidade de representar a ESEG em um ambiente de grande relevância para o setor de tecnologia. Para ele, estar na B3 e ter contato com empresas e startups durante o evento foram alguns dos aspectos mais marcantes da experiência.

Experiência que contribui para a formação

Além dos resultados alcançados na competição, a participação proporcionou aos estudantes uma oportunidade de vivenciar situações que aproximam os conhecimentos acadêmicos de desafios práticos da área de computação.

Victor destaca que a experiência contribuiu para o desenvolvimento de competências comportamentais e técnicas na busca de soluções eficientes para problemas complexos.

“Durante a competição, aprendemos a trabalhar em equipe, programar sob pressão e enfrentar os mais diversos desafios que envolvem a computação moderna, como a eficiência e a otimização de algoritmos”, afirma Victor.

Para o estudante, experiências como essa também ampliam a preparação para desafios profissionais, ao permitir que os alunos desenvolvam habilidades de resolução de problemas e tenham contato com empresas e outros profissionais da área.

A experiência também foi marcante para Vinicius Nemet Polli, do 7º semestre de Engenharia de Computação na ESEG, que já havia participado da competição no ano anterior. Segundo ele, a experiência prévia trouxe mais tranquilidade para a equipe e permitiu perceber uma evolução no desempenho.

“Ter uma bagagem anterior garantiu mais tranquilidade e vimos isso quando nossa equipe mandou a primeira submissão (envio de uma questão) com apenas 7 minutos de prova. Uma diferença gigante comparada aos 40 minutos que levamos no ano passado! Foram 5 horas sem parar das equipes debruçadas em códigos e raciocínios”, relatou o estudante.

Para Vinicius, a competição mostrou que a programação vai além da elaboração de códigos. Estratégia, gestão do tempo e capacidade de selecionar os problemas mais adequados para resolver também são fundamentais para o desempenho das equipes.

“Para nossa formação, esse tipo de maratona é um divisor de águas. Pois, nos faz aplicar na prática aqueles conceitos mais teóricos de algoritmos e estruturas de dados que no dia a dia do desenvolvimento nem sempre parecem tão relevantes, mas, que ali fazem toda diferença”, concluiu.

Aplicação prática do conhecimento acadêmico

Ao falar sobre a contribuição da experiência para sua formação, Victor Pacheco destacou a oportunidade de participar de um ambiente de competição que envolve desafios relacionados à resolução de problemas de programação e permite desenvolver habilidades aplicáveis ao contexto profissional.

“Poder participar da Maratona Brasileira de Programação, experiência proporcionada pela Faculdade ESEG, nos permite desenvolver essas habilidades e ganhar visibilidade profissional por meio do networking com empresas presentes e pela divulgação dos resultados da competição”, afirmou.

A participação na Maratona SBC de Programação reforça, assim, a importância de experiências práticas na formação dos estudantes. Ao participar de competições como essa, os alunos têm a oportunidade de aplicar conhecimentos de algoritmos, estruturas de dados, lógica e programação em situações desafiadoras, além de desenvolver competências importantes para a atuação profissional.

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