La Cumbre Tecnológica ESEG 2026 conecta a los estudiantes con líderes mundiales en tecnología, innovación, economía y negocios.

poner Estela Martins
21/08/2026

Tecnologia, inteligência artificial, inovação, economia, Direito, dados, liderança e transformação dos negócios estiveram no centro do Cumbre Tecnológica ESEG 2026, evento da Colegio ESEG, parte del Grupo Etapa, que reuniu estudantes e referências nacionais e internacionais para discutir temas que estão redefinindo organizações, mercados e carreiras.
Realizado entre 03 e 19 de agosto de 2026, na Faculdade ESEG, o evento integrou as comemorações dos 20 anos da Instituição, com 8 palestras, 12 horas de conteúdo e cerca de 760 participações nas atividades.
A programação reuniu executivos, pesquisadores e especialistas de instituições como Columbia Law School, MIT, BTG Pactual, Unilever, Bradesco, Equinix e Cornell University, além do vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2025, Philippe Aghion. Ao aproximar essas referências da comunidade acadêmica, o Summit reforçou a proposta da ESEG de conectar formação, mercado e as grandes transformações da sociedade.
George A. Bermann, professor da Columbia Law School e fundador do Center for International Commercial and Investment Arbitration, abriu a programação, em 03 de agosto, com uma discussão sobre arbitragem comercial internacional e sua importância para a segurança jurídica nas relações econômicas globais.
Referência internacional em arbitragem, Direito Internacional e resolução de disputas transnacionais, Bermann apresentou aos estudantes uma perspectiva sobre os desafios jurídicos que surgem em relações comerciais que envolvem empresas, investidores e diferentes países. Nesse contexto, a arbitragem se destaca como um importante mecanismo para a solução de conflitos em um ambiente de negócios cada vez mais internacionalizado.
A palestra também permitiu aproximar conceitos jurídicos da realidade profissional, mostrando como o Direito acompanha a expansão dos negócios globais e precisa responder a relações econômicas cada vez mais complexas. O encontro com um professor de uma das principais universidades do mundo ampliou o repertório dos estudantes e reforçou a importância de uma formação jurídica conectada às transformações e aos desafios do cenário internacional.
Em 10 de agosto, Mariana Cardoso, diretora estatutária e Chief Compliance Officer (CCO) do BTG Pactual, y Izabel Santiago, diretora executiva de Compliance Regulatório do banco, abordaram os desafios da liderança em cenários de transformação digital.
As executivas destacaram a multidisciplinaridade como uma competência importante no mercado financeiro, mostrando como profissionais de Direito, Engenharia e Negócios podem atuar de forma integrada diante de questões que combinam tecnologia, estratégia e regulação.
A inteligência artificial também integrou o debate, com exemplos de sua aplicação em processos de análise, tomada de decisão e identificação de comportamentos que demandam atenção.
Rana K. Gupta, Directora Ejecutiva del Centro Deshpande para la Innovación Tecnológica del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT)., participou do Summit em 11 de agosto, em transmissão ao vivo de Boston, nos Estados Unidos.
A partir de sua experiência no MIT, Gupta mostrou como pesquisas e descobertas científicas podem ultrapassar os limites dos laboratórios e se transformar em produtos, startups e soluções capazes de gerar impacto econômico e social. O especialista destacou que inovar não significa apenas desenvolver novas tecnologias, mas, sobretudo, compreender problemas reais e transformar conhecimento em soluções que façam diferença na vida das pessoas.
A palestra também aproximou os estudantes de conceitos relacionados ao empreendedorismo tecnológico e à transferência de tecnologia, mostrando que o caminho entre uma boa ideia e sua aplicação prática envolve identificar oportunidades, validar hipóteses e tomar decisões mesmo em cenários de incerteza.
Ao compartilhar experiências de um dos principais ecossistemas de inovação do mundo, Gupta ampliou a discussão sobre o papel das universidades na geração de conhecimento e na criação de soluções para a sociedade. Para os estudantes da ESEG, o encontro reforçou a importância de combinar conhecimento técnico, visão empreendedora e capacidade de identificar necessidades concretas, competências fundamentais para transformar inovação em impacto.
No dia 12 de agosto, Thaís Hagge, General Manager de Beauty & Wellbeing para a América Latina na Unilever, compartilhou aprendizados de mais de duas décadas de trajetória profissional ao abordar carreira, liderança, construção de marcas e networking.
Pluralidade e diversidade cultural também estiveram no centro da conversa. Ao analisar as particularidades do mercado brasileiro, a executiva mostrou a importância de compreender diferentes comportamentos e realidades para construir estratégias relevantes.
A experiência reforçou aos estudantes que o desenvolvimento profissional combina conhecimento técnico, repertório, capacidade de estabelecer conexões e disposição para aprender continuamente.
Também em 12 de agosto, Devanyr Gonzaga de Aquino, Superintendente Sênior da área de Inteligência de Dados do Bradesco, apresentou aos estudantes como dados e inteligência artificial são estruturados e aplicados em uma das maiores instituições financeiras do país.
A palestra abordou segurança, privacidade e governança de dados, evidenciando que aplicações de IA em grande escala dependem não apenas da tecnologia, mas também de dados de qualidade, infraestrutura, estratégia e profissionais capazes de transformar informação em decisões. Ao compartilhar exemplos da realidade do Bradesco, Devanyr aproximou os estudantes dos desafios envolvidos na gestão de grandes volumes de dados e mostrou como a inteligência artificial pode apoiar diferentes processos dentro de uma organização complexa.
O encontro também reforçou a importância de conciliar inovação tecnológica, segurança e responsabilidade no uso das informações. Para os estudantes, a experiência trouxe uma visão prática de como dados e IA estão transformando o setor financeiro e destacou a relevância de desenvolver competências que permitam conectar conhecimento técnico às necessidades estratégicas dos negócios.
Felipe Mendes, Diretor Comercial da Equinix Brasil, trouxe, em 13 de agosto, uma perspectiva muitas vezes pouco visível da transformação digital: a infraestrutura necessária para manter empresas, plataformas e serviços conectados. Ao abordar ecossistemas digitais, inteligência artificial e carreira, o executivo mostrou como data centers, conectividade, computação e capacidade de processamento formam a base que sustenta uma economia cada vez mais digital.
Com a expansão da inteligência artificial e o crescimento exponencial do volume de dados, essa infraestrutura se torna um elemento estratégico não apenas para a operação das empresas, mas também para a competitividade e o desenvolvimento tecnológico do país.
Além de apresentar esse ecossistema, Felipe aproximou a discussão das oportunidades profissionais geradas por esse setor em expansão, ampliando a visão dos estudantes sobre um campo estratégico e reforçando a importância de compreender a infraestrutura que sustenta a tecnologia como parte essencial de uma formação alinhada às novas demandas do mercado.
A transformação do sistema financeiro esteve em pauta em 14 de agosto, com Lourdes Casanova, Diretora do Cañizares Center for Emerging Markets e Associate Teaching Professor da Cornell University.
Especialista em mercados emergentes, internacionalização de empresas, inovação e economia global, Casanova discutiu a revolução das moedas digitais e as mudanças que a digitalização das finanças vem provocando na economia. A palestra abordou criptomoedas, moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs), regulação e inovação financeira, além de analisar o papel dos mercados emergentes diante dessas transformações.
A discussão permitiu aos estudantes compreender que a evolução das moedas digitais ultrapassa o universo da tecnologia e envolve questões econômicas, regulatórias e geopolíticas. Novas formas de pagamento e de circulação de recursos podem influenciar a atuação de bancos centrais, instituições financeiras, empresas e governos, ao mesmo tempo em que criam oportunidades e desafios para diferentes economias.
Ao trazer uma perspectiva internacional para o tema, Lourdes ampliou a reflexão sobre como inovação tecnológica e economia estão cada vez mais interligadas. Para os estudantes da ESEG, o encontro contribuiu para uma visão mais abrangente das mudanças no sistema financeiro global e da importância de acompanhar transformações capazes de impactar investimentos, negócios e relações econômicas entre países.
O encerramento da programação ganhou dimensão especial com a Aula Magna Internacional ministrada, em 19 de agosto, por Philippe Aghion, vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2025 e professor do Collège de France, da London School of Economics e da INSEAD.
Uma das principais referências contemporâneas nos estudos sobre crescimento econômico e inovação, Aghion discutiu a relação entre inovação, competitividade, transformação tecnológica e desenvolvimento econômico, aproximando os estudantes de conceitos que ajudam a compreender como o avanço tecnológico influencia empresas, mercados e economias. Entre eles, destacou-se a ideia de “destruição criativa”, processo pelo qual novas tecnologias e modelos de negócio impulsionam o desenvolvimento ao mesmo tempo em que transformam ou substituem estruturas existentes.
A discussão também evidenciou que a inovação, embora fundamental para o crescimento econômico, exige ambientes capazes de estimular pesquisa, empreendedorismo e competitividade. A perspectiva apresentada por Aghion ampliou a compreensão dos estudantes sobre como decisões relacionadas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico podem produzir efeitos que ultrapassam as empresas e alcançam a economia e a sociedade.
O encontro com o Prêmio Nobel de Economia de 2025 proporcionou aos estudantes contato direto com ideias que ocupam posição central no debate econômico internacional e reforçou a proposta da ESEG de ampliar as fronteiras da experiência universitária por meio da aproximação com pesquisadores e referências globais.
Ao conectar tecnologia, economia, direito, inovação, negócios e desenvolvimento profissional, o Cumbre Tecnológica ESEG 2026 evidenciou a importância de uma formação capaz de integrar diferentes áreas do conhecimento.
Realizado no ano em que a Faculdade ESEG completa 20 anos, o evento reforçou pilares de sua trajetória, como excelência acadêmica, prática, inovação, internacionalização e conexão com o mercado.
Com 8 palestras e 12 horas de conteúdo, o Summit aproximou a comunidade acadêmica de profissionais e pesquisadores de referência e de temas que já transformam organizações e profissões, fortalecendo o compromisso da ESEG com uma formação conectada aos desafios do presente e às oportunidades do futuro.









Estela Martins
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